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Cibersegurança das empresas não acompanha adesão ao trabalho remoto, mostra estudo

Publicado em 28 de Dezembro de 2022

Mais da metade das empresas consultadas por pesquisa admitem não revisar planos de recuperação e mitigação de ataques de ransomware. Mais da metade das empresas consultadas por pesquisa admitem não revisar planos de recuperação e mitigação de ataques de ransomware.

Com o crescimento da adesão ao home office, os ciberataques se concentram mais em trabalhadores remotos, o que demanda das empresas a reavaliação constante da sua estrutura de cibersegurança. No entanto, uma pesquisa global independente realizada pela Acserve mostrou que 62% das grandes organizações consultadas não estão revendo e atualizando os planos de recuperação e mitigação de ataques de ransomware, embora a força operacional de suas empresas se encaminhe rumo ao modelo de trabalho remoto, aumentando significativamente o uso de dispositivos móveis.

Em alguns casos, utiliza-se tecnologia em nuvem para fornecer recursos computacionais aos trabalhadores remotos. Nesse sentido, o estudo também apontou que 55% dos entrevistados acharam difícil garantir conformidade com a legislação ao utilizar computação em nuvem.

Além disso, o levantamento revelou que menos da metade (41%) dos entrevistados considera a proteção de dados de sites remotos e de borda extremamente importante para sua solução de recuperação de dados.

“Nossa pesquisa revelou lacunas significativas de vulnerabilidade na visão e na abordagem de proteção de dados de grandes organizações à medida em que padronizam uma estratégia de força de trabalho híbrida”, afirma Florian Malecki, vice-presidente executivo de marketing da Arcserve. “Os ataques de ransomware continuam a interromper significativamente as operações de negócios e esse problema não vai desaparecer tão cedo. É fundamental que as empresas revisem e atualizem continuamente seus planos de recuperação de desastres e incorporem soluções de backup e recuperação de dados e armazenamento imutável como base de seu plano de resiliência de dados."

A Arcserve fornece soluções de proteção, replicação e recuperação de dados para empresas de médio e grande porte. A organização está presente em mais de 150 países, com 19.000 canais parceiros auxiliando a proteger ativos de dados críticos de 235.000 clientes.

Cenário dos ciberataques no Brasil

 

No terceiro trimestre de 2022, um levantamento feito pela Check Point contabilizou um aumento de 28% em ataques cibernéticos no mundo e 37% no Brasil. Conforme previsão da companhia, 2023 manterá o ritmo de expansão de ciberataques globais.

Em encontro com a imprensa no dia 7 de dezembro, o presidente de vendas da Check Point nas Américas, Geoffrey Waters, afirmou: “isso é um problema que acontece agora e apenas vai subir. No terceiro trimestre deste ano, vimos que as organizações brasileiras foram atacadas 1.484 vezes em média por semana. É muito mais alta que a global.”

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Publicado por Luiz Gustavo Anjos