funções da Junta Comercial

Saiba mais sobre as funções da Junta Comercial

A Junta Comercial é um órgão governamental que faz parte da vida das empresas — especialmente, no início da operação. Devido à sua relevância para uma atuação dentro do que manda a lei, conhecer suas funcionalidades é cada vez mais importante.  Com esse entendimento, é mais fácil descobrir onde algumas questões podem ser respondidas e por que é tão importante cumprir certas obrigações junto a esse órgão.

Para que não restem dúvidas, veja algumas funções da Junta Comercial e compreenda seu papel no desenvolvimento dos empreendimentos.

Cadastro das empresas do mercado

Por lei, ficou definido que esses órgãos estaduais têm competência para registrar todas as organizações em atividade de cada estado. Ou seja, o negócio precisa passar por essa etapa para se regularizar, até para que o Poder Público tenha visibilidade sobre as operações em cada Unidade Federativa.

Quando uma empresa é aberta, é necessário comunicar à Junta que realiza o registro e a autorização para o processo. Para quem tiver dúvidas sobre o procedimento, ela também é capaz de explicar os pontos importantes.

Nem todo mundo sabe, mas entre as funções da Junta Comercial ainda está a inclusão de encerramento de atividades. Então, para finalizar um negócio corretamente, mais uma vez é preciso recorrer ao órgão.

Obtenção do CNPJ

Para garantir que nenhum novo empreendedor deixe de passar pelo órgão, sua responsabilidade é oferecer o Número de Identificação de Registro de Empresas (NIRE).

Ele é obtido após o envio de documentos e deve ser apresentado na obtenção do CNPJ. Portanto, um estabelecimento só consegue ter esse elemento de identificação da Receita Federal quando passa pela Junta. Inclusive, somente poderá pagar impostos da maneira regular ao passar por essa etapa.

Manutenção de registros públicos atualizados

Não dá para ignorar o papel de manter informações disponíveis e devidamente arquivadas. O órgão é capaz de reunir todas as informações relevantes sobre as organizações, o que permite uma análise melhor para o desenvolvimento de políticas públicas. Para o empreendedor, é a chance de ter os documentos em um só lugar.

Além do mais, a Junta Comercial reúne elementos como estatuto social, regimento de formação da empresa e averbações, como a inclusão de uma filial ou a mudança do conselho administrativo. Assim, tudo fica devidamente registrado de acordo com a lei.

Proteção de atuação

Por falar em legislação, as funções da Junta Comercial ainda se relacionam à proteção dos variados empreendimentos. Em primeiro lugar, é uma etapa essencial para garantir o registro completo e adequado. Então, o negócio se mantém totalmente regular, obtém alvarás e licenças e não encara nenhum problema com a fiscalização.

Ela ainda serve para consultar empresas já registradas com certos nomes na área de atuação. Além de prevenir que sua organização atue como “cópia” de outra, impede que surja outra idêntica à sua, o que favorece o desempenho.

As funções da Junta Comercial vão desde a regularização até a proteção dos negócios. Com o uso correto das atividades, é possível garantir melhores resultados para quem decide empreender.

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Sucesso do cliente é uma filosofia de vida de algumas empresas

Clientecentrismo. Já ouviu este termo? É mais do que o conceito de ter o cliente como centro de todas as ações da empresa, é uma exigência de mercado e precisa ser uma obsessão. Ter o cliente como foco em todas as atividades de uma empresa não é para qualquer um. No entanto, para que isso aconteça, é essencial ter uma área dedicada, com um time que entenda e compreenda as suas necessidades.

É o que chamamos de Customer Success, que trabalha 100% para o cliente, respira seus problemas e angústias e só se tranquiliza quando tem certeza de que sua dor foi atendida. Entretanto, aqui no Brasil, muitas empresas ainda não investem neste departamento. Mas as perspectivas são positivas. Um estudo realizado pela MindMiners, em 2018, e que ouviu 300 profissionais de CS, apontou que 86% das empresas que não possuíam a área desejavam desenvolvê-la o quanto antes.

Trabalhar com CS envolve empatia, boa energia e capacidade de adotar o negócio do contratante como sendo seu. É o olhar de fora para dentro, que leva organização às necessidades do parceiro, analisa todo o cenário e, em seguida, senta junto à equipe para discutir sobre mudanças e melhorias.  Em uma companhia ideal, este valor é tão forte que todas as áreas são consideradas CS. O mais bacana é que o resultado é imediato: os clientes se sentem acolhidos, aprovam este relacionamento mais próximo e o melhor, não vão embora.

Uma empresa não é apenas o produto ou a solução que ela oferece.

É um conjunto de metodologias de trabalho apoiadas em boas práticas e experiência de mercado. Nesse sentido, é fundamental estar perto dos seus contratantes, organizando os times de CS para que os visitem periodicamente, ouvindo feedbacks e pedidos dos usuários, e atuando como consultores de negócios, indicando os melhores caminhos e soluções da sua ferramenta que façam sentido para cada grupo. Além disso, é importante definir e acompanhar a jornada do cliente, garantindo engajamento, e o mais importante, mensurando os resultados e os impactos no negócio.

O Customer Success vai muito além de uma área ou departamento. Não basta ser uma empresa que foca no seu público. É necessário fazer a gestão desse relacionamento. Independentemente do segmento da companhia, ter uma equipe focada em CS é essencial.

Afinal, quem não gostaria de ter suas necessidades antecipadas e objetivos alcançados? E o CSM (Customer Success Manager) é responsável por garantir esse sucesso, com o menor ou nenhum atrito durante a jornada. Pense nisso!

Pesquisa de Mercado – Real Estate – 4T18

Publicamos hoje nossa pesquisa de mercado sobre as empresas de capital aberto do setor de incorporação imobiliária.

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Pesquisa de Mercado – Varejo 4T18

Publicamos hoje nossa pesquisa de mercado sobre o resultado do 4T18 das empresas de tecnologia listadas na bolsa.

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Altas na InforChannel!

Estima-se que existam mais de 33 mil empresas com mais de 100 funcionários no Brasil, de acordo com dados do IBGE – instituto Brasileiro de Geografia e Estatística-  de 2015, além de mais centenas de milhares de instituições como cooperativas, fundações e associações sem fins lucrativos, dentre outras, que contam ou deveriam contar com um Conselho de administração ou Consultivo. De olho nesse mercado, a Atlas Governance, startup de governance tech, focada na automatização da gestão de conselhos e comitês, realizou uma segunda rodada de investimentos para a expansão de seu portal.

O valor, de aproximadamente R$ 1,5 milhão, foi captado de um grupo seleto formado por 21 investidores, entre eles, Leonardo Pereira – ex-presidente da CVM, Wilson Amaral -ex-CEO da Gafisa, Paulo Camargo -CEO do McDonalds America Latina, Diego Stark – Managing Director do fundo Southern Cross e Julio Sergio Cardozo – ex-CEO Ernest & Young. Os recursos serão destinados à ampliação da equipe, criação de novos produtos e em estratégias de retenção de customer success, um dos grandes diferenciais da empresa, que em um ano conquistou 35 clientes de grande porte – sem ter perdido nenhum até o momento – e tem expectativa de chegar a mais de 180 até o final de 2019.

Nosso software permite que as informações possam ser acessadas instantaneamente em qualquer dispositivo, a qualquer hora e em qualquer lugar

Os investidores, todos conselheiros ativos no mercado, apostam na simplicidade de uso, segurança e no preço acessível do Atlas Governance, para ganhar espaço em uma área promissora. “Nosso software permite que as informações possam ser acessadas instantaneamente em qualquer dispositivo, a qualquer hora e em qualquer lugar. Nós automatizamos e trazemos agilidade à gestão e administração de toda a rotina de Conselhos e Comitês, desde o agendamento da reunião até o monitoramento da implementação do que foi nela decidido. Economizamos um tempo relevante dos conselheiros e da equipe de governança”, destaca Eduardo Carone, sócio-fundador e CEO da Atlas.

Essa economia de tempo já vem sendo aproveitada por empresas como Riachuelo, Cyrela, Shopping Iguatemi, CVC Turismo, Even, Triunfo Participações, Direcional Engenharia e Hospital Sabará, que aderiram à ferramenta. Estimativas de mercado indicam que conselheiros desperdiçam até três horas por mês acessando materiais, atas e outros documentos que hoje não são disponibilizados de forma centralizada e indexada para busca.

O executivo, que atuou como conselheiro em 22 empresas de diferentes portes, avalia o potencial deste mercado em R$ 1 bilhão só no Brasil, entre conselhos de administração e dos comitês de empresas privadas, públicas, fundos de pensão, bancos, instituições sem fins lucrativos, associações e cooperativas.

Um dos pontos mais relevantes da solução, baseada em SaaS, é o investimento em segurança. Todos os dados são criptografados no ambiente da Microsoft Azure Cloud Computing e a Atlas realiza constantemente testes de invasão e análise de Código em seu sistema. A Atlas também é 100% aderente às 10 práticas estabelecidas pela Owasp -Open Web Application Security Project – “Owasp Top Ten”

FONTE: 

Atlas na Startupi!

Estima-se que existam mais de 33 mil empresas com mais de 100 funcionários no Brasil, de acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) de 2015, além de mais centenas de milhares de instituições como cooperativas, fundações e associações sem fins lucrativos, dentre outras, que contam ou deveriam contar com um Conselho de administração ou Consultivo.

De olho nesse mercado, a Atlas Governance, startup de governance tech, focada na automatização da gestão de conselhos e comitês, realizou uma segunda rodada de investimentos para a expansão de seu portal.

O valor, de aproximadamente R$ 1,5 milhão, foi captado de um grupo seleto formado por 21 investidores, entre eles, Leonardo Pereira (ex-presidente da CVM), Wilson Amaral (ex-CEO da Gafisa), Paulo Camargo (CEO do McDonalds America Latina), Diego Stark (Managing Director do fundo Southern Cross) e Julio Sergio Cardozo (ex-CEO Ernest & Young). Os recursos serão destinados à ampliação da equipe, criação de novos produtos e em estratégias de retenção de customer success, um dos grandes diferenciais da empresa, que em um ano conquistou 35 clientes de grande porte – sem ter perdido nenhum até o momento – e tem expectativa de chegar a mais de 180 até o final de 2019.

Os investidores, todos conselheiros ativos no mercado, apostam na simplicidade de uso, segurança e no preço acessível do Atlas Governance, para ganhar espaço em uma área promissora. “Nosso software permite que as informações possam ser acessadas instantaneamente em qualquer dispositivo, a qualquer hora e em qualquer lugar. Nós automatizamos e trazemos agilidade à gestão e administração de toda a rotina de Conselhos e Comitês, desde o agendamento da reunião até o monitoramento da implementação do que foi nela decidido. Economizamos um tempo relevante dos conselheiros e da equipe de governança”, destaca Eduardo Carone, sócio-fundador e CEO da Atlas.

Essa economia de tempo já vem sendo aproveitada por empresas como Riachuelo, Cyrela, Shopping Iguatemi, CVC Turismo, Even, Triunfo Participações, Direcional Engenharia e Hospital Sabará, que aderiram à ferramenta. Estimativas de mercado indicam que conselheiros desperdiçam até três horas por mês acessando materiais, atas e outros documentos que hoje não são disponibilizados de forma centralizada e indexada para busca.

O executivo, que atuou como conselheiro em 22 empresas de diferentes portes, avalia o potencial deste mercado em R$ 1 bilhão só no Brasil, entre conselhos de administração e dos comitês de empresas privadas, públicas, fundos de pensão, bancos, instituições sem fins lucrativos, associações e cooperativas.

Um dos pontos mais relevantes da solução, baseada em SaaS, é o investimento em segurança. Todos os dados são criptografados no ambiente da Microsoft Azure Cloud Computing e a Atlas realiza constantemente testes de invasão  e análise de Código em seu sistema. A Atlas também é 100% aderente às 10 práticas estabelecidas pela OWASP (Open Web Application Security Project) – “OWASP Top Ten”

Os pacotes de uso partem de R$ 24 mil ao ano para um grupo de 25 usuários, decrescendo conforme o volume de usuários cresce.

Principais usos da Atlas Governance

A plataforma tem como espinha dorsal a simplicidade de uso e o design, com um dashboard personalizado para cada usuário, que engloba desde reuniões a últimas atualizações realizadas por usuários no sistema.

·  Blue Book – ferramenta para combinar todos os documentos da pauta, de qualquer extensão, em um único arquivo PDF, com marca d’água em todas as páginas, tornando a leitura instantânea e segura;

·  Fast Notes – possibilita tomar notas privadas ou exportá-las para se tornarem atas, com apenas um clique;

·  Sync – Convida e atualiza todos os convites de todos os membros do conselho pelo Outlook ou outro cliente de e-mail do usuário. Mantém todos os conselheiros com a agenda em dia;

·  Action – converte decisões em ações em três passos (quem, o quê, quando);

·  Projects – Acompanha o andamento de projetos estratégicos aprovados pelo conselho;

·  Votes – cria votações online e registra digitalmente os votos, integrando-os com atas de reuniões;

·  Performance – permite acompanhar a performance individual de participantes em conselhos e projetos;

·  Quick meeting – cria e convoca reuniões em menos de 3 minutos;

·  Subscribers – mantém os “assinantes” atualizados em tempo real sobre qualquer ação ou projeto;

·  RSVP – confirmação de presença de participantes em comitês ou comissões de forma automática e integrada com o Outlook;

·  Knowledge Base – solução para arquivar documentos, regimentos, acordos, políticas e outros arquivos de interesse.

FONTE:

Médias e grandes empresas contratam startups para melhorar a gestão de conselhos

Startups como Accountfy e Atlas Governance observaram uma necessidade de mercado e surgiram para auxiliar empresas e conselheiros. Desde o momento de automatizar agendamento das reuniões até ajudar membros a pesquisarem decisões realizadas em reuniões antigas, como salários de diretores ou outra deliberação importante.

Realizar as ações decididas nas reuniões conselhos administrativos é fundamental para o bom andamento de uma companhia. No entanto, nem sempre isso acontece. Há também o risco dos conselheiros serem responsabilizados por suas ações.

“Os membros não são imunes e podem responder com seus bens ou até criminalmente por decisões tomadas”, explica o professor de estratégia do Insper, Sandro Cabral.

Foi justamente para melhorar a relação entre empresas e conselheiros que surgiu a Atlas Governance. O fundador da startup, Eduardo Carone, pensou inicialmente em solucionar o seu problema, quando atuava como gestor num fundo de private equity. “Em 2015, eu estava simultaneamente no conselho de sete empresas e precisava de um software para me auxiliar ”, comentou.

Com um ano de operação, a empresa paulista conta com mais de 40 clientes, sendo a maioria de grande porte, como a varejista Riachuelo e a CVC Turismo. Para utilizar a plataforma da Atlas Governance, os clientes pagam uma anuidade de acordo com o número de usuários que a companhia vai utilizar, com valor a partir de R$ 24 mil para 25 contas disponíveis.

As companhias conseguem enviar pautas com antecedência para os conselheiros e restringir certos perfis para não terem acesso a determinados documentos. Ainda priorizando a segurança, todas as páginas impressas vão com a marca d’água do usuário, para evitar possíveis vazamentos de informações.

Investimentos

Embora a maior parte das empresas que contam com conselhos administrativos sejam as médias e grandes, os especialistas veem uma grande oportunidade para as companhias menores. “Quando os investidores estrangeiros procuram empresas para investir, a primeira coisa que olham é a governança corporativa”, explica Rodrigo Fontoura, coordenador do MBA em Gestão de Riscos e Compliance da Trevisan Escola de Negócios.

Segundo o professor, a governança corporativa é uma subespécie do compliance, ou seja, estar em conformidade com regras e normas de transparência. Essas práticas devem atuar em todas as áreas de uma empresa, como nas questões tributária e trabalhista.

Com atuação desde julho de 2017 e foco no setor financeiro está a Accountfy. “Geralmente um contador faz o balancete e manda para as empresas, mas nada é feito com as informações do balancete”, afirmou ao DCI Goldwasser Neto, que é CEO da startup.

A startup tem mais de 100 clientes e possibilita que essas empresas utilizem suas informações financeiras para gerarem dados, assim o usuário da plataforma consegue fazer orçamentos e projeções.

“É possível simular o gasto de determinadas áreas para ver onde pode economizar ou mesmo alterar o valor do dólar para ver qual seria o impacto em suas contas”, explica Neto. Segundo o fundador da companhia, os conselheiros conseguem criar apresentações pelo próprio software e mostrar nas reuniões.

Assim como Atlas Governance, a Accountfy também possibilita a criação de diversos perfis para limitar o acesso a determinados usuários. De acordo com o executivo, a precificação varia de acordo com o tamanho dos dados do cliente. No entanto, as mensalidades vão de R$ 1 mil a R$ 16 mil.

Oportunidade

Para o coordenador do Núcleo de Estudos em Startups, Inovação, Venture Capital e Private Equity da Fundação Getúlio Vargas (FGVnest), Caio Ramalho, o diferencial dessas startups é que elas atuam com tecnologia em problemas que já são existentes no mercado.

De acordo com os especialistas, as empresas de maior porte, especialmente as que estão listadas na Bolsa, evoluíram muito nos últimos anos. Além da obrigatoriedade de contarem com um conselho administrativo, algumas possuem comitês de processos internos.

Em relação as de menor porte, o cenário é diferente. “As pequenas e médias, que são milhões no País, não contam com uma estrutura de governança corporativa”, afirma Rodrigo Fontoura, da Trevisan.

O professor HSM Educação Executiva Luis Lobão corrobora com essa visão. Segundo ele, o mercado já oferece modelos de referência e pessoas capacitadas, porém as empresas ainda não estabeleceram esse tipo de governança.

Lobão cita os conselhos consultivos como uma opção para as empresas que querem se profissionalizar nessa questão. “Ele não delibera, então o poder continua na mão dos acionistas, mas ajuda no processo de sucessão, ao passar por uma crise ou até em processos de fusão e aquisição.”

FONTE:

Pesquisa de Mercado – TI 4T18

Publicamos hoje nossa pesquisa de mercado sobre o resultado do 4T18 das empresas de tecnologia listadas na bolsa.

Clique aqui e tenha acesso aos resultados da pesquisa!

Atlas no Money Times: recebemos R$ 1,5 milhão para criação de produtos!

Recebemos um aporte no valor de R$ 1,5 milhão destinado à ampliação da equipe e à criação de novos produtos e estratégias de retenção de Customer Success.

“Nosso software permite que as informações possam ser acessadas instantaneamente em qualquer dispositivo, a qualquer hora e em qualquer lugar”, diz Eduardo Carone, sócio-fundador e CEO da Atlas. “Nós automatizamos e trazemos agilidade à gestão e administração de toda a rotina de Conselhos e Comitês, desde o agendamento da reunião até o monitoramento da implementação do que foi nela decidido. Economizamos um tempo relevante dos conselheiros e da equipe de governança”.

Atualmente, contamos com 35 clientes de grande porte, e tem expectativa de chegar a mais de 180 até o fim do ano. Dentre as empresas conhecidas estão RiachueloCyrela (CYRE3), Shopping Iguatemi (IGTA3), CVC Turismo (CVCB3), Even (EVEN3) e tantas outras.

Para Carone, o setor tem potencial para chegar em R$ 1 bilhão só no Brasil, entre conselhos de administração e dos comitês de empresas privadas, públicas, fundos de pensão, bancos, instituições sem fins lucrativos, associações e cooperativas.

Os pacotes de uso partem de R$ 24 mil ao ano para um grupo composto por 25 pessoas, e pode diminuir ao passo que o volume de usuários cresce.

FONTE:

A diversidade de gênero começa nos Conselhos de Administração

Os mercados estão cada vez mais dinâmicos, com mudanças impulsionadas pela tecnologia, por alterações demográficas e por um papel mais ativo dos consumidores. Num mundo em constante desenvolvimento, as empresas com equipes diversas e ambientes inclusivos ficam em vantagem diante de seus concorrentes.

O conceito de diversidade abrange as diferenças visíveis ou invisíveis entre os diferentes colaboradores de uma empresa.

O tema da inclusão no trabalho refere-se à criação de um ambiente onde as pessoas são e se sentem valorizadas e capazes de atingir e contribuir com todo o seu potencial. Poderá também ser visto como uma forma de aproveitamento das diferentes capacidades de cada um para atingir melhores resultados. A diversidade de gênero e lideranças mais diversas contribuem de forma crescente para o aumento do desempenho e das receitas das empresas, ao permitir melhorias na forma como interagimos com as pessoas, clientes ou comunidades.

De que forma as empresas podem superar esse desafio?

Uma das soluções passa por incluir nas suas agendas questões sobre diversidade de gênero, constituindo Conselhos de Administração e equipes mais diversas, no que respeita ao gênero, idade e à experiência. Esta evolução tem como principal objetivo alcançar diversidade cognitiva, novos e diferentes pontos de vista que certamente resultarão em tomadas de decisão mais criativas e eficientes. De acordo com um estudo recente produzido pela EY “is the X Chromossome the X factor for business leadership?”, as empresas geridas por mulheres estão mais focadas em aumentar as suas quotas de mercado e tornarem-se líderes das respetivas indústrias quando comparadas com empresas lideradas por homens.

Esta estratégia é suportada pela forte motivação em perceber as necessidades dos clientes e melhorar a sua experiência.

Adicionalmente, através do mesmo estudo, concluiu-se que as mulheres procuram liderar as suas empresas com uma abordagem mais colaborativa do que os homens, procurando alianças com parceiros externos como um caminho para inovar. Durante muito tempo, promover mulheres a posições de liderança era percebido como “bem-visto”. Uma forma de parecer bem na sociedade mais do que uma decisão estratégica corporativa para melhorar e diversificar o funcionamento cognitivo das administrações.

Contudo, segundo o mesmo estudo da EY, nos últimos anos verificou-se um aumento consecutivo do número de mulheres em posições de liderança, o que nos faz acreditar que as empresas estão a incorporar a diversidade de gênero na sua estratégia. Num período de mudança acelerada, torna-se essencial ter a capacidade para analisar qualquer problema de diversos pontos de vista. Esta parece ser a grande vantagem das empresas que promovem a diversidade!

FONTE: