10 razões para adotar boas práticas de governança

Publicado em 16 de Março de 2021

Boas Práticas de Governança Corporativa Boas Práticas de Governança Corporativa

Como ponto de partida, é importante saber o que é governança:

Governança é o modo como uma organização é administrada. São regras que determinam quais assuntos são decididos e por quem. O que é decidido por acionistas, sócios, cooperados ou patrocinadores, o que é decidido pelo Conselho de Administração e o que fica a cargo da Diretoria.A boa governança assegura que os interesses dos administradores estejam alinhados aos interesses de todos os envolvidos no negócio. Ela garante que os processos e a estratégia estão sendo corretamente seguidos e que ajustes e adequações no planejamento estratégico, por exemplo, sejam feitos de forma mais colaborativa entre o Conselho de Administração e a Diretoria.

GOVERNANÇA É PARA QUALQUER ORGANIZAÇÃO!

Quando se pratica a boa governança, a organização constrói uma imagem positiva e conquista boa reputação no mercado. Isso contribui para um melhor valuation e melhores níveis de liquidez no mercado (fica mais fácil receber investimento, abrir o capital ou vender a empresa).

As decisões são tomadas de forma transparente e de acordo com as políticas organizacionais, normas e leis. Assim, um histórico de credibilidade é construído e a organização se solidifica.

A seguir, conheça 10 razões para a sua organização ter boas práticas de governança:

01. Resiliência

Organizações que praticam a boa governança tendem a ser mais resilientes a crises, pois possuem credibilidade junto ao mercado e têm mecanismos de controle e gestão de riscos mais eficazes; 

02. Rentabilidade

A boa governança impacta positivamente na rentabilidade do negócio, porque boa estratégia e boas decisões têm este efeito; 

03. Redução de Custo

Contribui para a redução do custo de juros junto a bancos e a emissores de dívida (maior confiança do mercado = menor risco de crédito);

04. Redução de Riscos

Reduz os riscos organizacionais com a adoção da matriz e do mapeamento de riscos (acompanhamento e controle de riscos com o foco na mitigação);

05. Auditoria e Controles Internos

Melhora os processos de auditoria e controles internos, tornando-os mais eficazes e proporcionando mais segurança à organização;

06. Conflitos de Interesse

Reduz os conflitos de interesse entre acionistas/sócios e administradores;

07. Imagem e Reputação

Melhora a imagem e a reputação da organização perante as suas partes interessadas (stakeholders), criando uma cultura de ética e integridade em total alinhamento com os seus valores organizacionais;

08. Longevidade

Prepara melhor a organização para os desafios de curto, médio e longo prazo (longevidade com melhores resultados);

09. Diversidade

Contribui para a criação de uma cultura mais inclusiva com valorização da diversidade;

10. Planejamento Sucessório

Possibilita o planejamento sucessório bem estruturado e melhor executado, alinhamento de interesses e a profissionalização da gestão (esta última no caso das empresas de controle familiar).

 

Publicado por Paulo Lima | Editado por Luiz Gustavo Anjos